sábado, maio 09, 2009

EXPOSIÇÃO "AZUL"

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Exposição Colectiva de Pintura e Gráfica Original
Inauguração, 15 de Maio às 19h

Prova de Artista

Rua Tomás Ribeiro, 115 Loja 1

1050 - 228 Lisboa

Telef.: 21 319 95 51

Móvel: 91 788 59 91

e-mail: provartista@gmail.com

segunda a sexta: 10:30 - 20:00

sábado: 15:00 - 20:00

quarta-feira, março 25, 2009

MONTE DA LEZÍRIA - HOTEL RURAL

As cores de outro tempo no Alentejo de hoje!



No litoral alentejano, entre o azul do Oceano Atlântico e o verde da Reserva Natural das Lagoas da Sancha e de Santo André, enquadrado pelo pinhal, o HOTEL RURAL DA LEZÍRIA fica apenas a 150 km de Lisboa. A decoração rústica e os tons quentes e suaves transmitem tranquilidade e a sensação de estar em familia, usufruindo de um serviço de qualidade.
Bem perto, passeios a cavalo, ténis, karting, paintball, surfi
ng, mergulho, BTT e os passeios na Reserva, para momentos inesquecíveis. Atracções Culturais tais como igrejas, as Ruínas Romanas de Miróbriga, os castelos de Santiago do Cacém e de Sines e o Forte de Porto Côvo. Yoga e Ayurveda / Medicina Tradicional Chinesa: Terapia Sacrocraniana, Libertação Somato Emocional, Acupunctura, Florais de Bach e Shiatsu.
Relaxe com estas experiências espirituais e terapêuticas.




Sinto-me bem em lugares que transmitam harmonia e equilibrio entre o homem e a natureza. St. André é um dos recantos do planeta onde encontro estas sensações. Sempre que puderem, façam como eu e vão ao encontro dos vossos sentidos neste maravilhoso lugar.

Daniela Rocha

quarta-feira, março 18, 2009

AUTO - RETRATO


Sou a distância
Aquela sensação
Dentro de mim.
Sou tudo e todos...
Mas todos dizem morrer
E não ter fim!...

Sou!
Sou como sou...
Não importa
Que me chamem honesto,
Ou que me chamem devasso!
Não me importa o que fui,
Só me interessa o que faço!

Sou!
Eu sou aquele que sonha,
Que canta e dança,
Que bebe e fuma!
Eu sou aquele que reza...
E não tem crença nenhuma!

( Ruy de Portocarrero - Promessas e Loucuras )

terça-feira, março 03, 2009

MELODIA NEGRA

Negro!...
Negros olhos
Negro céu naquele olhar...
Negro vulto, negra sombra,
Negra noite sem luar.

Negro! Negro!...
Negro será o momento
Duma hora decisiva
Sem Destino...
Negros serão os remorsos,
Ou as palavras dum sino.

Negro! Negro!...
Negra vida, negra noite,
Negra cruz no calendário...
Negro lenço, negros olhos,
Negro caixão sem rosário.

( Ruy de Portocarrero - Promessas e loucuras )

domingo, março 01, 2009

NA GALERIA PROVA DE ARTISTA


até ao dia 19 de Abril

PROVA DE ARTISTA

Rua Tomás Ribeiro, 115 Loja 1

1050 - 228 Lisboa

Telef.: 21 319 95 51

Móvel: 91 788 59 91

e-mail: provartista@gmail.com

segunda a sexta: 10:30 - 20:00

sábado: 15:00 - 20:00

sábado, fevereiro 21, 2009

À NORA

"Dentro do meu tempo todo, fica-me pouco para escrever, mas muito para pensar em vocês todos e principalmente na minha filha Daniela...
É sempre uma especie de luz que me entra no pensamento, quando recebo as tuas mensagens.
Minha querida filha, todos nós temos cordas que nos amarram a qualquer coisa e, essa coisa fixa e se não se desloca connosco, forçosamente que andamos à roda como a carocha ou como dizem os arábes e ficou expressão corrente entre os portugueses: "andamos à NORA!". Andar à nora é estar amarrado ao varal da nora para que esta tire àgua do poço.
Minha querida Daniela, não sabes o quanto custa sermos nós próprios a nos amarrarmos sem sequer haver o proveito de tirar àgua da nora! Há amarras de oiro, luminosas com que nos envolvemos e que têm no outro extremo ideais que caminham ao nosso lado, ou pessoas que o nosso amor santifica na caminhada junta que fazem. Mas minha querida filha, amarrados a pontos fixos, como o medo, o preconceito, as vinganças, as suspeições, as invejas, sem falar de tantos vícios de que podemos estar possuídos, é uma tragédia que chega a tirar o sentido à nossa vida.
Quando o pai fala de não te querer ver andar à roda como uma carocha, não está a dizer que andas à roda como uma carocha, nem se quer, à nora! Está só a dizer que não quer que estejas presa a medos e angustias, que te martirizam e te pintam a vida de negros e cinzentos. Tu sabes o que eu quero dizer e não vale a pena insistir.
No entanto obrigado pelos teus cuidados, todos sabemos que gostas de nós e sentes que nós somos uma parte da tua vida, das tuas memórias e que trazes a mãe no pensamento e no teu pensamento os pensamentos dela.
Do pai, José Manuel, com beijos, amor e saudades"
Excerto de uma carta do meu pai, datada a 3 de Setembro de 2003